25
Fev 11

Corre há uns tempos que  o senhor Presidente da Câmara de Vila Viçosa e o seu Vice-Presidente andam de costas voltadas no que à gestão da Câmara diz respeito. Neste momento não é um boato. É uma realidade.

Práticamente o Presidente e o Vice-Presidente não se falam nem se entendem quanto à forma de gerir a Câmara. Cada um puxa a brasa à sua sardinha e quem sai prejudicado é o Concelho, que como se vê, não há obras municipais em curso e o Concelho encontra-se completamente parado, segundo as informações recolhidas é fruto deste desentendimento politico.

O que será do nosso Concelho se esta guerra por quem manda mais continuar até ao fim do mandato??

Como é possível que um executivo com maioria absoluta deia tantos tiros nos pés que se encontra coxo e já sem forças apenas a um ano e dois meses de mandato. Impressionante de facto. A pergunta que se impõe é saber a razão de tudo isto.

Serão guerras pelo poder?? O partido socialista manda mais que o Presidente. O Presidente não tem poder, nem forças para se impôr?? Não tem capacidade politica de se impor às directivas de um partido sacrificando aquilo porque se candidatou que foi Vila Viçosa??

Ou é apenas uma estratégia do Partido Socialista de terra queimada??

Aqui fica a noticia que é verdadeira. Basta para quem tiver interesse em confirmá-la perguntar ou averiguar junto de algumas pessoas da Câmara.

 


07
Fev 11

Muito se tem escrito e dito sobre o problemas do abastecimento de água a Vila Viçosa. O que mais preocupa os Calipolenses é a baixa pressão nas torneiras e os sucessivos cortes de água resultante de roturas nas canalizações. Muitos têm razão dizendo que o executivo nada faz porque o que se enterra debaixo da terra (entenda-se novas canalizações) não dá votos, outros dizem que é demasiado dispendioso tentar resolver o problema e a Câmara não tem dinheiro para isso. Todos têm de alguma forma razão. No entanto porque não se equaciona minimizar os estragos feitos pondo pelo menos a população com mais pressão de águas nas toneiras das nossas casas?? Por outro lado se não temos dinheiro para colocar novas canalizações não tentamos resolver o problema das roturas que se houver uma rotura no palácio toda a Vila fica sem água. Não haverá solução para este flagelo??

Fiz algumas pesquisas e falei com alguns entendidos sobre o abastecimento de água a Vila Viçosa e foram apontadas algumas sugestões para minimizar o problema dos cortes que afectam toda a Vila quando há uma rotura.

Então estes sabedores do abastecimento explicaram-me que quando há uma rotura por exemplo no palácio não é possível deixar de cortar a água a toda a Vila. Mas quando há uma rotura na Quinta Augusta é possível fechar a água junto ao mercado possibilitando que a parte baixa da Vila continue a ter água.

Também adiantaram estes sabedores da matéria que a Vila é abastecida por dois pontos: um na Estação de Tratamento e um outro vindo de Pardais. O da Estação de tratamento abastece prioritáriamente a parte velha da Vila, o de Pardais a parte nova, ou seja toda a Quinta Augusta e as restantes urbanizações.

Também me disseram que é possível dividir a parte velha da vila em secções de modo a que uma rotura numa delas não afecte o abastecimento das outras zonas. Da mesma forma é possivel dividir a zona nova da Vila com secções que uma rotura numa delas não impeça o abastecimento nas outras partes. Cada zona destas teria uma válvula de fecho, que funcionaria como um  "T"  que fecha numa zona e a água continua para as outras zonas.

Também disseram que o custo deste tipo de obra seria bastante inferior ao arrelvamento de um campo de futebol.

Quanto à falta de pressão o assunto estaria resolvido, com a construção de mais um tanque de amarzenamento de água na Estação de Tratamento de Águas e um outro colocado entre Vila Viçosa e Pardais o mais próximo de Vila Viçosa possível.

Parece razoável esta solução?? Será possível??

Outros entendidos que o digam.


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